terça-feira, 24 de agosto de 2010

AULA 08: terça-feira, 24 de agosto de 2010 - As impressões sobre o Jornal Nacional

Na aula de hoje, vamos escrever uma crônica sobre a observação jornalística de ter assistido à transmissão do Jornal Nacional ao vivo direto de Macapá-AP. As impressões dos alunos acerca da produção do programa e dos fatos pitorescos envolvendo a população amapaense.

As crônicas devem ser POSTADAS nos COMENTÁRIOS do blog, devidamente assinadas.

19 comentários:

  1. Eram aproximadamente 19:30 quando cheguei à Praça Beira-Rio (na parte conhecida carinhosamente como Praça dos Teletubbies) para assistir o Jornal Nacional ao vivo, apresentado por Willian Bonner, renomado jornalista da Rede Globo. O movimento e a balbúrdia era grande. Pessoas contavam piadinhas, conversavam seriamente ou gritavam diversos adjetivos para ele. Irritou-me mulheres gritando histericamente a cada ínfimo movimento de Bonner: pareciam fãs retardadas num show do Michael Jackson.
    Minha mochila comprada poucas horas antes passou por uma pequena revista para garantir que não havia nada perigoso ali dentro, e passei decidido a chegar mais perto do local onde ele apresentava o jornal. Arrependi-me.
    Às 20:00, começou a transmissão ao vivo do Jornal Nacional. Isto, segundo o jornalista, ocorreria em diferentes Estados brasileiros. Depois da chamada (com ele aqui e Fátima Bernardes no estúdio) Willian Bonner apresentou quatro ou cinco blocos de programa. Não foi possível prestar atenção em todas as notícias, nem mesmo com a ajuda dos telões. Eu estava quase sendo esmagado. Mas, enfim, foi possível ver o jornalista falando com um historiador (acho), sobre os navios cargueiros que transportam diversos tipos de mercadorias, a importância do Aeroporto Internacional de Macapá, da linha imaginária do Equador e dos candidatos à Presidência da República.
    Willian Bonner estava fortemente protegido. Em qualquer lugar da praça, havia policiais: municipais, civis, bombeiros, militares... Depois de encerrado o telejornal, o apresentador saiu sem se despedir. Mesmo assim, não houve nada de diferente ou estranho em seu modo de apresentar: tirando o barulho feito pelo povo, Bonner se sentiu-se tão à vontade quanto no estúdio, exceto que talvez fosse impossível manter-se sério diante de dezenas de espectadores.

    Bruno Monteiro

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  2. O dia em que Macapá empurrou.
    O empurra empurra tava formado, as pessoas querendo chegar cada vez mais próximo da imagem, pareciam obcecadas por essa aproximação, como se suas vidas dependessem disso, uma espécie de devoção exacerbada por aquele momento.
    Parecia a procisssão de Nosssa Senhora de Nazaré, em Belém, ou Iemanjá em Salvador, todos querendo o melhor ângulo, como paparazzis num furo de reportagem envolvendo um presidente e uma estagiária.
    Mas não era em Belém, ou Salvador, muito menos na casa Branca, era o população de Macapá marcando presença na Fortaleza de São Jose de Macapá, que recebeu na última segunda, dia 23 de agosto, a Caravana JN.
    Todos queriam a melhor posição para ver Bonner, Willian Bonner.
    Que era agraciado, a cada toque de cabelo, por uma cadeia de fãs enlouquecidos, gritando seu nome. Os gritos aconteciam a cada movimento do Astro, como uma espécie de oração desenfreada.
    A devoção era tanta que ninguém percebeu exatamente o que acontecia, só sabiam que estavam perto de uma celebridade nacional, isso apagou o fato de estamos vendo como o jornal mais influente do Brasil é feito, ou como uma das pessoas mais influentes do jornalismo nacional se porta diante das câmeras, mostrando o quanto é competente em sua profissão.

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  3. Era uma vez o JN no meio do mundo
    Suor e empurra- empurra, assim foi marcada a presença do jornal Nacional na cidade de Macapá mais conhecida como meio do mundo. A presença de um jornal tão reconhecido e de alta credibilidade do país proporcionou um evento extraordinário e de superação de público presente.
    Nem tinha escurecido e já era possível notar que as pessoas já se aglomeravam no local. O tempo passando e cada vez mais elas apareciam. Eram pessoas de todas as idades, raças, todas unidas e tão unidas que não era possível o país enxergar o suor que escorria em nossos rostos muito menos que naquela multidão era um empurrando pra lá, outro empurrando pra cá, outros gritando o tempo todo, muitos pisando uns nos pés dos outros e até mesmo os atrasados que não sabiam nem o que era para ser feito ma queriam estar lá na frente do apresentador. O que falar das vovós? Até elas em um sonoro grito falavam: Lindooo. Há quem se fazia de esperto como um homem alto e de peso que fingia estar bêbado só para que abrissem espaço para ele passar outros aproveitavam a oportunidade para passar uma mão aqui outra ali.
    Mas olhando para frente e passando por todas essas situações lá estava ele, muito charmoso e vaidoso, Willian Bonner apresenta para o Brasil inteiro uma lugar tão pouco conhecido e de uma história tão linda por ser um estado de 90% de preservação de floresta amazônica, sendo a capital Macapá privilegiada por ter uma linha que corta o hemisfério norte e sul chamada de linha do Equador, assim o Brasil pode conhecer um pouco mais do que há nesta terra.
    A cidade contou também com a presença do jornalista Ernesto Palha que meio que perdido fez um link direto do Aeroporto Internacional de Macapá. Além deles o programa Vídeo Show marcou presença com a apresentadora Geovana. Mas no final tudo deu certo após a transmissão as pessoas alegres, suadas e pisotiadas como eu seguiram com suas vidas e o Jornal Nacional continua a sua trajetória pelo Brasil.
    Por Karina Mazui França

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  4. Antes e Depois de William

    Em questão de minutos a frente da Fortaleza de São José de Macapá se aglomerou. Motivo: a presença ilustre do âncora do Jornal Nacional, William Bonner. Detalhe: transmissão ao vivo do JD Itinerante – quadro dentro do jornal em que são feitas transmissões em cidades sorteadas do país. E digo, detalhe por que essa transmissão era somente um detalhe diante da presença de Bonner. A cada movimento do homem, o povo – principalmente as mulheres – delirava, gritava, pulava. E o homem, totalmente sem graça, apesar de estar acostumado com sua fama. O povo chamava seu nome, gritava: “Lindo!!”. Ele, se intimidava.

    O jornal começou e, apesar do público idolatrar Bonner, não conseguiu atender a um pedido seu, de se calar durante a transmissão! Ôh, público infiel! Bonner, mesmo que não tenha dito, em seu íntimo deve ter se sentido traído pelo povo amapaense. A transmissão foi feita desse jeito mesmo com a gritaria, com os flashes, com a bandeira do Amapá estendida, com os uniformes estendidos, com os abadás estendidos (não, não está havendo um equívoco, eles estavam lá também, os abadás!). Menos um ponto pro amapaense! Por um, todos “pagam o pato” e, pagam caro!

    Calor, sufoco, instantes claustrofóbicos, gritos no ouvido, pisões no pé, cotoveladas; nada disso tirou a alegria e a empolgação do povo, que assistiu até o final o jornal! Povo esse que se sentiu orgulhoso ao ter seu braço como parte do cenário de duas fotos tiradas pela produção de William.

    Fim de jornal, tchau Bonner, até a próxima, aqui “no Macapá” (não é, Ernesto Paglia!?). Bonner se vai, o povo se vai e o que restou? A grande emoção de ver William Bonner de perto e a certeza de que o resto do Brasil agora sabe que nem todos que moram aqui são legítimos yanomâmis, karipunas ou waiãpis! Ah! E outra certeza, de que os garis tiveram muito trabalho para limpar a sujeirada do povo!


    Ana Lívia G. Almeida

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  5. 23 de agosto de 2010, essa data ficará na memória dos moradores da cidade de Macapá, dia em que o jornal nacional fez sua apresentação ao vivo diretamente da cidade.
    Minutos antes de o jornal entrar no ar, pessoas que deixavam seus trabalhos, suas casas começavam a se aglomerar em meio à multidão que ali se encontrava. O jornal iniciou, e com ele os gritos e empurra, empurra das pessoas que ali estavam para prestigiar esse fato histórico.
    Mães que levaram seus filhos para esse momento não deixavam de participar, fazendo todo o esforço para que seus filhos aparecessem em cadeia nacional. O jornal começa, e mulheres, homens começavam a travar uma luta para chegar o mais perto possível do jornalista e apresentador Willian Bonner, o desespero das jovens ao vê-lo de perto pela primeira vez aumentava a cada momento em que ele parava para acenar para os que ali se encontravam.
    Podia ver o brilho no olhar de alguns homens, não se sabe se pela emoção de está ali naquele momento ou se pela beleza destacada em frente à fortaleza de São José, pelo Jornalista Willian Bonner. Mas que muitos ficaram descabelados, isso ficaram, até os que estavam ali só para assistir o jornal, não resistiram de gritar pelo nome dele.
    O JN chega ao fim, e Willian Bonner se despede fazendo um sorteio da próxima cidade que será transmitida ao vivo o Jornal Nacional. O jornalista Ernesto Palha que se encontrava no aeroporto ao lado do Jatinho do JN, recebe o nome da próxima cidade que irá viajar. Próxima escala Estado de Pernambuco.
    Ingrid Batista

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  6. Um dia na história do jornalismo amapaense, quem diria que o ancora mais famoso da globo mais precisamente do jornal nacional iria apresentar o programa diretamente da fortaleza de são José, algumas revistas, como a contigo por exemplo disse que foi uma aventura, como se aqui fosse uma selva. Quando iniciou o jornal a maioria dos lares amapaenses estava ligada no apresentador, em meios a tantos gritos e placas dizendo “mãe to na globo”muitos registraram esse momento único.
    Serão 26 estados e 400 municípios visitados, desde o Oiapoque ao Chuí. Com o intuito eleitoral, a equipe registrara as queixas da população, A TV Globo explicou que durante a transmissão as manifestações eleitorais não serão permitidas. o próximo município celebrado será em Pernambuco sorteado por Willian bonner ainda ontem (23) no final do programa
    Para alguns críticos é só mais uma estrela global que vem visitar a cidade e ainda sai falando mal, afinal todos sempre ficam sabendo quem critica o nosso estado
    Eu preferia ver o chaves, kiko ou seu barriga no festival da boa vizinhança, afinal monopólio só pode dar em mesmice.
    Allan Nunes 4jrn

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  7. “Jornal Nacional em Macapá”

    Mais do que um rostinho lindo

    O que levou a jovem Paula ou a dona Maria a largar a dura rotina de casa, arrumar os filhos, pegar um ônibus lotado, passar meia hora em trânsito, gastar quase dois míseros reais para chegar ao tão famoso “Lugar Bonito” de Macapá? Sim. Reconhecemos o primeiro aspecto, a ilustre e charmosa visita do grande Willian Bonner foi um motivo forte para que isso acontecesse. Mas não é só isso, acredite.

    Willian Bonner não é apenas ao galã, que arrancou intermináveis frases do tipo “oh meu deus, ele é lindo” de nossas esposas, mães e namoradas. Onde há William, há profissionalismo, há emoção. Reconhecemos o segundo aspecto. Telejornalismo é emoção. E William faz isso com tanta propriedade... transmitindo sensações indescritíveis. Se mesclarmos orgulho, euforia, alegria e orgasmo não vai chegar nem perto do que sentimos naquela noite. Um calafrio a cada frase dita com a perfeição de WB é tudo que a dona Maria e a jovem Paula e o Sr. João gostariam de sentir depois de um dia cansativo de trabalho e estudos.

    Willian está perdoado. Nós homens enciumados reconhecemos o terceiro aspecto sobre a sua visita. O mestre mais uma vez nos fez feliz com sua desenvoltura, e graças a ela o Amapá esteve em rede nacional com alto estilo, sem que a violência urbana fosse o assunto em questão. A parte lastimável nisso tudo foi o desinteresse da imprensa local. Mas somos, querendo ou não, o marco inicial de um dos maiores projetos do telejornalismo nacional. Não foi preciso estar na multidão para sentir “40° humano” do nosso Amapá. Vinte e três de agosto de 2010, uma noite especial da vida de cada um de nós.

    Carlos Lima- 4JRN

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  8. Aplausos


    Na noite dessa segunda-feira, William Bonner esteve em Macapá. Porém, ainda nem raiava o dia e os amapaenses já deliravam só de pensar que estavam perto de ver o ícone do jornalismo brasileiro.

    Mas, será que eles sabiam quem William Bonner realmente era? Por acaso sabiam qual é seu maior sonho, ou qual é seu maior medo? Por acaso sabiam o quanto ele batalhou para estar onde está hoje? Por acaso imaginavam as pessoas que ele teve que suportar para atingir o ápice da carreira jornalística?

    Eu acredito que não. Ninguém sabe que ele vem de uma família pobre. Que ele estudou na USP, e desde quando era um mero estudante de jornalismo se aplicava todos os dias lendo vários jornais a cada manhã e estudando para ser o melhor.

    Ninguém sabe o quanto ele trabalha. O Galvão Bueno disse, em entrevista recente à Folha de São Paulo, que ganha mais do que precisa e menos do que merece. Será que o caso do William Bonner não é o mesmo? Quem sabe, todos os funcionários da Globo ganham valores altos por trabalhos exaustivos e não podem gastar nem metade porque trabalham mais do que deveriam.

    William Bonner é editor-chefe do maior telejornal do Brasil. Em seu twitter, ele disse que acorda às cinco da manhã para fazer exercícios e vai dormir impreterivelmente até meia-noite. Ele tem horário para tudo, uma rotina perfeita. Recebe o maior salário que um jornalista pode receber.

    O que muita gente esquece é que não deveriam ter aplaudido Bonner porque ele é bonito, ou porque tem um dos cargos mais desejados por todos os brasileiros. Ele deve ser aplaudido pela vida que leva, que sabemos que muitos poderiam não suportar. Ele deve ser aplaudido pelo fato de não ter sido vencido pelo cansaço e agora ter que fazer rotinas cansativas viajando por todo o país.

    Ele deveria ter sido aplaudido pela pessoa que é, e não pelo personagem que atua. Pois, afinal de contas, ele é só mais um jornalista, vivendo para ganhar a vida, como todos nós, profissionais do ramo, fazemos.

    Um dia, uma pessoa muito sábia me disse que às vezes imaginamos uma profissão dos sonhos, porém, quando vemos de perto, percebemos que não é nada daquilo que imaginávamos. William Bonner em Macapá, com gritos, sorrisos e autógrafos, acaba se tornando a prova viva de que essa afirmação tem um pingo de verdade.

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  9. A multidão vibra como se estivesse diante de um astro de tv,um cantor famoso de música pop,um ser especial que estava dando o ar da sua graça,ou melhor respirando o mesmo ar que a frenética multidão. Empurra-empurra dalí,suspiros de mulheres contagiadas com a beleza do apresentador,curiosidade e adimiração pelo trabalho de um grande jornalista renomado. Willian Bonner,â ncora do Jornal Nacional,conduziu a estréia de JN no Ar,diretamente da Fortaleza de São José de Macapá,no dia 23 de Agosto. O programa tem o intuito de registrar as queixas da população por todos os estados do país nesse período eleitoral. Macapá foi a primeira cidade a estrear o programa,evento esse que para os amapaenses,que sentem-se esquecidos pelo resto do país,soa como um reconhecimento de que Macapá existe,sim, e quem têm muitas belezas naturais a serem divulgadas.
    Liane Patrícia

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  11. José Ribamar Dias

    Segunda-feira, dia 23 de Agosto, de 2010, os Macapaenses viveram momentos que ficarão registrados pra sempre na memória de muito deles. William Bonner um dos mais conhecidos apresentadores de telejornal da TV Brasileira e âncora do ‘Jornal Nacional’ apresentou o primeiro “JN no Ar” diretamente da Fortaleza de São José, aqui em Macapá, capital do Amapá. Cada entrada ao vivo de Bonner, o público presente ia a delírio, gritava, fotografava, empurrava... Bem! Eu não estava no meio de toda aquela multidão mas, confesso senti uma inveja danada das pessoas estavam naquele momento na Fortaleza de São José.
    Desde de cedo havia me programado para está com minha turma do 4 semestre de Jornalismo para assistir a transmissão ao vivo do primeiro “JN no Ar” na Fortaleza de José mas, por infelicidade do destino não pude está presente.
    Pois, quando me dirigia para o local da transmissão, percebi que algo de errado tinha acontecido com a minha moto, o pneu acabara de furar em plena Rodovia Duca Serra e naquela altura não tinha nenhuma borracharia por perto, tive que percorrer empurrando a moto cerca de 10 Km, para chegar a borracharia mais próxima.
    Naquela altura á tantas horas da noite as minhas expectativas foram por água abaixo, não chegaria a tempo ao local da transmissão do JN no Ar, por isso tive que me contentar e assistir o Jornal Nacional numa televisão em preto e branco de aproximadamente 6 polegadas.
    Confesso que não desgrudei os olhos da pequena tv e através dela vir as reportagem que o Bonner fez com os historiadores e geógrafos para mostrar um pouco da hístoria e cultura do nosso povo Amapaense, o passeio que ele fez pelo rio Matapí e a matéria feita no monumento do Marco Zero do Equador.
    Esse dia foi um momento histórico para a povo Amapaense.
    Ah! E eu só pedir para consertar o pneu da minha moto quando ouvir o William Bonner dizer: “aqui em Macapá a temperatura está altíssima mas, mais alto é calor do povo Amapaense” boa noite!

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  12. Espetáculos à parte

    Estava tudo lindo, o clima estava perfeito, a platéia estava animada, o palco montado, mas faltava o artista. Nunca vi tanta animação por conta de um jornal como na noite de 23 de agosto de 2010 em Macapá, afinal nossa tão cidade linda e com os raios da lua cheia tocando o amazonas recebia nada mais nada menos do que Willian Bonner, âncora do Jornal Nacional, fazendo a transmissão do prestigiado jornal diretamente de nossa humilde cidade. Quando Bonner deu o ar da graça à multidão foi ao delírio, flashes e mais flashes disparavam sem cessar, um alvoroço só. Estava tudo muito lindo aos olhos de quem não estava no meio da confusão, cada um queria sua foto de recordação e para isso muitos não mediam esforços, o espetáculo então se transformou em um “salve-se quem puder”. As pessoas empurravam, pisavam no pé, ou simplesmente saiam levando quem estivesse na frente. A sensação era de que estivessem em uma corda bamba, ora ia pra frente, ora ia pra trás. O aperto era tanto que havia pessoas passando mal, e não conseguiam sair do meio da multidão, muitos não conseguiam, mas nem curtir a exibição histórica. Pouco mais de trinta minutos depois, o que muitos amapaenses guardaram na memória e em muitas máquinas fotográficas não foi o “empurra-empurra” ou a “corda bamba”, mas algo que ficara pra sempre marcado, a exibição do JN aqui do Amapá. Não foi só um espetáculo como outro qualquer, mas serviu para sermos reconhecidos como um estado como outro qualquer, com uma cidade linda, monumentos históricos e muitos mais alem disso, que não somos todos índios que andam quase desnudos montados em onças.

    Thaysa Ruane- 4JRN

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  13. AMAPÁ: MOSTRA A TUA CARA!
    No Brasil existe uma discriminação regional e isso é bastante notório com relação a região norte. Macapá não foge a regra, pois, alem de ser uma cidade nortista é a capital de um dos menores estados da federação brasileira e geograficamente está bastante afastada dos grandes centros do país. Contrariando todas essas prerrogativas neste 23 de agosto de 2010, o jornal nacional um dos maiores telejornais do Brasil foi transmitido direto da fortaleza de São José em Macapá. O ancora do JN, Willian Bonner um dos mais conceituados jornalistas do país chegou à cidade no sábado pra ter um primeiro contato com a cultura, belezas e também necessidades local.
    Na sua edição desta segunda 23, o Jornal Nacional teve como destaque o Amapá e sua capital Macapá. Os pontos turísticos como o monumento do Marco Zero, a Fortaleza de São José foram divulgados a todo Brasil, também como poderia faltar a exibição de algo que os amapaense sustentam com muito orgulho que são as áreas verdes ainda preservada. Neste dia histórico para os amapaenses o país pode conhecer um Estado que mesmo com a distancia cultiva um povo feliz receptivo e ao contrario do que muitos pensavam aqui se toma coca-cola.

    SHEILA TAVARES 4JRN

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  14. Willian Bonner, jornalista ou pop star??!

    No último dia 23 de agosto o projeto "JN NO AR" teve sua estréia, e para tal, escolheu a cidade de Macapá como sede da transmissão ao vivo do jornal nacional. O editor chefe e apresentador do jornal, Willian Bonner, se deslocou do Rio de Janeiro para Macapá, em um jato que transportará toda a equipe envolvida no projeto durante o mês em que estarão visitando cidades dos estados brasileiros, com o intuito de mostrar ao telespectador a realidade atual de cada município. O lugar escolhido para a transmissão no Amapá foi a fortaleza de São José, construção imponente e orgulho para o povo macapaense. Vários profissionais se envolveram na produção, que ao meu ver, deixou um pouco a desejar.. talvez pelo fato do tempo de exibição do jornal ter sido muito curto. Apenas duas pequenas matérias foram ao ar, a sensação é de que a produção não havia tido tempo para explorar a cultura, o artesanato, o ritmo típico, as comidas típicas, coisas com as quais pessoas de outros estados poderiam passar a conhecer melhor o Amapá.
    Além de tudo isso, uma pergunta que até agora não quer calar.. o ícone do jornalismo, um homem com vasta experiência na área, bem conceituado e de credibilidade, teria, mesmo que por uma noite, virado celebridade??! Foi o que pareceu. O público que assistiu a transmissão do jornal ao vivo na fortaleza de São José não parou de gritar "lindooo", entre outros adjetivos, nada propriamente ligado a profissão do jornalista Willian Bonner, todas as qualidades faziam alusão ao seu aspecto físico. Seria essa a melhor forma de reconhecer o talento profissional de alguém??! Acredito que não!!

    Wanessa Bianchi.

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  16. Boa Noite, Willian

    - Olha ele lá!
    - É ele mesmo, como na televisão!
    - WILLIANNN!
    - Nossa, isso é uma “caboquice”. Que vergonha de vocês.
    - Vergonha por quê? Foi você quem nos convidou.
    - Convidei porque precisava vir. Já expliquei que...
    - WILLIANNN!
    - Com licença, rapaz. Me desculpe mas tenho que examinar sua mochila.
    - Minha mochila? Mas por quê?
    - Medidas de segurança...Sabe como é. Procedimento padrão recomendado pela Globo.
    - Mas eu sou estudante, ando sempre de mochila. Isso é um absurdo!
    - Certo, certo. Você está portando armas de fogo, drogas ou álcool?
    - Não!
    - Correntes, soco ingleses, ou barras de ferro?
    - Não!
    - Terçados, flexas, zarabatanas, maracás enfeitiçados ou mosquitos da malária?
    - WILLIANNN!
    - Ele tem as pernas finas! Olhe lá! Rá! Ta vendo, amor?Por isso ele aparece só da cintura pra cima. Quem bom que viemos, agora tudo está esclarecido e você já pode parar com essa besteira de...
    - WILLIANNN!
    - Oi, alô. Estou aqui, sim. Não, mãe, não estou perto das câmeras, vocês dificilmente me verão no vídeo. O que? Ah, isso aqui está sufocante, o povo está cada vez mais aglomerado... Ei! Quem passou a mão em mim?! Alguém passou a mão em mim! Vem cá, desgraçado filho de uma... Desculpe,mamãe. Sim, estou segura aqui, acontece que...
    - WILLIANNN!
    - Tem uma fita grudada na costa do Ernesto Palha! Risos.
    - Só nós estamos vendo isso, não está aparecendo para o Brasil inteiro, existe corte de câmera, a televisão usa vários desses recursos para...
    - WILLIANNN!
    - Vô, olhe. O jornal está sendo transmitido daqui de Macapá, lá da frente da Fortaleza. O Willian Bonner veio com toda a equipe. Lembra do Willian Bonner?
    - Sei sim, o marido daquela repórter de cabelos curtos que apresenta o jornal da tarde.
    - Longos, Vô. Ela os deixou crescer. Você está falando da Sandra Annemberg, que apresenta o Jornal Hoje.
    - Mas hoje quem apresenta não é o Willian?
    - Não. O nome do jornal é Jornal Hoje, estou tentando dizer que hoje o jornal...
    - WILLIANNN!
    - Mana, como é o teu nome?
    - Giovanna Tominaga.
    - WILLIANNN!
    - Tio! Tio! Olha pra cá!
    - Aquela idiota quer pensa que o Willian é tio dela. Até parece.
    - WILLIANNN!
    - Ai que vergonha, ele está pedindo para desligarem os flashes das câmeras fotográficas. Eles não vão desligar. Eu sei. Conheço esse povo. O povo ainda me mata de vergonha alheia.
    - WILLIANNN!
    - Quem é aquela japonesinha com o microfone?
    - Giovanna Tominaga, senhor Prefeito. Eu já perguntei.
    - WILLIANNN!
    - Acabou?Era só isso?
    - É. Tem o horário eleitoral, acabou encurtando o tempo do jornal.
    - Poxa, com tanta gente aqui ele poderia pelo menos cantar uma música.
    - WILLIANNN!
    - Pára de tolice, menina. Vamos pra casa.
    - Mas eu queria ver ele de novo!
    - Amanhã você o verá novamente, vamos logo.
    - Amanhã voltaremos aqui?
    - Não, vamos vê-lo na televisão, antes da novela. Ele aparece todo dia no Jornal Nacional.
    - Mas e o Crazy Town?Na hora do Crazy Town?
    - WILLIANNN!
    - Vocês não podem entrar, já disse!
    - Senhor, só precisamos dar uma palavrinha com ele. Rápida. Seis perguntas e não precisaremos mais estudar pra matéria de redação jornalística este semestre.
    - Me desculpem, mas regras são regras.
    - Essa nota de cinco reais diz que entraremos...
    - WILLIANNN!
    - É, tivemos ainda um pouco de flashes na gravação, mas tudo bem. Isso aqui não é novela. Obrigado a todos, e tenham uma boa noite.

    Camila Ramos 4JRN

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  17. Ola amiga, muito bom o seu blog, ja estou seguindo voce, parabens pelo trabalho, visite o meu blog, caso queira parceria posso anunciar o seu blog no meu: http://garagem-jovem.blogspot.com

    Por favor deixe um comentario e siga meu blog se for possivel, bjs...
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